Dupla é presa suspeita de matar jovem achado em cachoeira por grupo de rapel em Campo Grande
05/05/2026
(Foto: Reprodução) Cachoeira do Inferninho, em Campo Grande.
Reprodução
Dois homens, de 22 e 44 anos, foram presos na segunda-feira (4) suspeitos de matar Guilherme Carlos Canozi, de 29 anos. O crime foi no dia 22 de março, na cachoeira do Inferninho, em Campo Grande. A vítima foi morta esfaqueada e levada até o local.
Conforme a Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o caso começou a ser investigado depois que praticantes de rapel encontraram o corpo da vítima. Guilherme, estava sem documentos e usava tornozeleira eletrônica.
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A identificação feita após exames. Com isso, os policiais conseguiram acessar o histórico da tornozeleira e refazer os últimos passos de Guilherme, o que levou aos dois suspeitos.
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Durante a investigação, a polícia descobriu que a vítima foi mantida presa na noite anterior ao crime. Também identificou o carro usado para levá-la até a cachoeira.
A Justiça autorizou as prisões e buscas em endereços ligados aos suspeitos. A polícia continua investigando para saber se há outras pessoas envolvidas.
Outro corpo na mesma região
Dois dias após o corpo de Guilherme ser encontrado, uma mulher foi achada morta no mesmo local, com um tiro na testa. Ela também estava sem documentos.
A vítima foi identificada como Giovana Castura Werner, de 51 anos. Uma amiga registrou o desaparecimento dela no dia 23. O carro de Giovana foi encontrado abandonado no bairro Jardim Colômbia, em Campo Grande, com manchas de sangue, uma pá e uma munição.
Apesar da proximidade dos casos, a polícia afirma que os crimes não têm relação, pois foram cometidos de formas diferentes. As investigações continuam.
*Estagiário sob supervisão de José Câmara.
Suspeitos foram presos nessa segunda-feira (4)
Polícia Civil
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