Moradores de Santana denunciam envenenamento de animais no bairro do Provedor
13/09/2026
(Foto: Reprodução) Moradores de Santana denunciam envenenamento de animais no bairro do Provedor
Um morador do bairro Provedor, em Santana (AP), denunciou neste domingo (13) o envenenamento de animais domésticos. Em vídeo publicado nas redes sociais, ele mostrou um cachorro e dois gatos da própria casa entre as vítimas mais recentes.
Segundo os moradores, os sinais indicam envenenamento. No vídeo, os animais aparecem desacordados, reagindo apenas com espasmos.
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Moradores afirmam que os maus-tratos têm se repetido na travessa 15 do bairro, mas o responsável ainda não foi identificado.
A Lei nº 14.064/2020 prevê pena de 2 a 5 anos de reclusão, além de multa e proibição da guarda de animais, para quem comete crimes contra cães e gatos.
Animais estão morrendo por suspeita de envenenamento
Reprodução
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Caso semelhante
A cerca de um mês estudantes da Universidade Federal do Amapá (Unifap) também denunciaram uma situação de maus tratos a animais. A Polícia Civil segue investigando o caso. Os responsáveis ainda não foram identificados e professores, alunos e moradores próximos ao campus já foram ouvidos.
Os crimes aconteceram durante o recesso acadêmico. Durante esse período, os animais ficam mais vulneráveis. Com menos alunos no campus, os agressores aproveitam para agir.
As denúncias partiram de voluntários do Projeto Mi-au, que atua na proteção de cães e gatos comunitários da universidade. Alunos relatam que os casos de violência se concentram nos blocos de Ciências Biológicas, Ambientais e Física, onde há mais animais.
Em um dos episódios, a cabeça de uma gata desaparecida foi encontrada perto dos blocos por uma funcionária da limpeza.
Outro gato foi achado morto sob as arquibancadas do ginásio, com a mandíbula quebrada e sinais de espancamento.
De acordo com o grupo, não houve novos casos de violência desde então.
Estudantes da Unifap fazem apelo após episódios de violência contra animais no campus.
Divulgação/Projeto Mi-au
A polícia aponta como dificuldade a livre circulação de pessoas na universidade. A área dos crimes pode ter sido acessada por pessoas de fora da instituição.
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